O Hino de Esperantina foi
instituído pela lei municipal de n.o 752
de 26 de abril de 1985. É composto por letra e Música do esperantinense
Francisco de Assis forte, com arranjo do Maestro Luiz Santos.
No Retiro de verdes
ramagens
Junto ás margens do
Rio Longá,
Os vaqueiros, em
vastas pastagens,
Encontraram local
salutar.
Onde o gado,
malhando em ribeiras,
Ensejou erigir os
currais,
Sob as palmas das
belas palmeiras
E dos leques dos
carnaubais.
ESTRIBILHO
Salve, Esperantina,
Terra que
amamos com justo fervor!
Salve, Esperantina,
A ti nossa vida, a ti nosso amor!
Sob o sol
ofuscante e ardente,
Sobre o Chão
do abrasado Equador,
Homens
fortes plantaram a semente
Da amizade,
do bem e do amor.
Levantaram a
cidade fagueira
Com a
força de quem jamais cansa,
Consagrando
a gentil padroeira
A Senhora da
Boa Esperança.
A cachoeira de rara beleza,
O Longá a
correr ou na calma
E os
encantos da mãe Natureza
De amor
extasiam noss´alma.
Os teus
filhos te amam com ardor,
Quer estejam
na terra ou distantes,
Sempre
exaltam teu nome com amor.
Se declaram
perenes amantes.
Território
bendito e ordeiro,
Berço amado
de bardos viris,
De homens
nobres de povo altaneiro,
De Mulheres
formosas, gentis,
No progresso
constante te envolves,
Mesmo em
tempo difícil e hostil,
E crescendo,
assim, tu promoves
A grandeza
do nosso imenso Brasil.
Letra e Música (Francisco de Assis Fortes)
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